Mesmo antes de existir, a vacina Covid-19 gera disputas entre países e empresas.

Mesmo antes de existir, a vacina Covid-19 gera disputas entre países e empresas.
COVID-19: Bolsonaro cita a Suécia, mas o país tem mais mortes do que seus vizinhos
15 de maio de 2020
Mesmo antes de existir, a vacina Covid-19 gera disputas entre países e empresas.
Oxford já planeja concluir a pesquisa de vacinas até agosto
15 de maio de 2020

Mesmo antes de existir, a vacina Covid-19 gera disputas entre países e empresas.

Mesmo antes de existir, a vacina Covid-19 gera disputas entre países e empresas.

Mesmo antes de existir, a vacina Covid-19 gera disputas entre países e empresas.

Mesmo antes de existir, a vacina Covid-19 gerou discordâncias entre países e empresas e também grupos contra a vacinação obrigatória em todo o mundo.

Existem estudos para o desenvolvimento de vacinas nos Estados Unidos e na China, e esses dois países foram acusados ​​de tentar espionar a pesquisa.

A França e a União Européia protestaram contra uma empresa farmacêutica que disse que priorizaria os Estados Unidos na eventual distribuição de vacinas.

Campanha com mais de 40 países arrecada R $ 45 bilhões para vacina e tratamento contra o coronavírus

Na Alemanha, grupos anti-vacina já estão protestando contra uma vacina obrigatória hipotética que não existe.

Veja os principais conflitos abaixo.

Europa contra Sanofi

O grupo farmacêutico Sanofi anunciou que daria prioridade aos Estados Unidos. O CEO da empresa farmacêutica francesa, Paul Hudson, declarou nesta quarta-feira (13) que, se encontrassem a vacina, entregariam “primeiro” aos Estados Unidos, já que esse país “compartilha o risco” ao procurar tratamento nos Estados Unidos. Unidos. . colaboração.

Na quinta-feira, o diretor da Sanofi na França, Olivier Bogillot, disse que o grupo não daria prioridade aos Estados Unidos na distribuição da vacina, se a União Européia (UE) for igualmente “eficaz” para financiar seu desenvolvimento.

“Para nós, seria inaceitável ter acesso privilegiado a este ou àquele país sob o pretexto monetário”, afirmou a secretária de Estado da Economia da França, Agnès Pannier-Runacher.

A Comissão Européia reiterou o compromisso do bloco com uma vacina, lembrando que no início deste mês organizou uma conferência de doadores que levantou cerca de US $ 8 bilhões, mas da qual o governo dos Estados Unidos se recusou a participar.

“Para nós, em uma palavra, é muito importante trabalhar nisso globalmente, já que o vírus é um vírus global”, acrescentou De Keersmaecker.

Estados Unidos versus China

A China acusou os Estados Unidos de difamação na quinta-feira, depois que Washington acusou Pequim de espionar sua investigação sobre uma vacina secreta do Covid-19.

A Polícia Federal dos Estados Unidos (FBI) acusou nesta quarta-feira (13) hackers, investigadores e estudantes próximos ao governo chinês de roubar informações de institutos universitários e laboratórios públicos em benefício de Pequim.

“As tentativas da China de atacar esses setores representam uma séria ameaça à resposta de nosso país ao Covid-19”, afirmou o FBI em comunicado oficial à Agência Nacional de Segurança Cibernética.

Na quinta-feira, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijan, respondeu que “a China expressa seu descontentamento e sua firme oposição a essa difamação”.

“A julgar pela sua história, os Estados Unidos realizaram as maiores operações de roubo de internet do mundo”, acrescentou Zhao em entrevista coletiva.

Desde o início da epidemia de Covid-19, várias empresas farmacêuticas chinesas desenvolveram uma vacina. Pelo menos três deles já iniciaram ensaios clínicos em humanos.

“A China está na vanguarda da pesquisa de vacinas e tratamentos para o Covid-19. Portanto, há mais motivos do que qualquer um para suspeitar do roubo de informações na Internet”, disse Zhao.

Durante semanas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou as autoridades chinesas de ocultar o escopo da epidemia que surgiu no final de 2019 na cidade de Wuhan (China central) e, portanto, facilitou sua disseminação.

Pequim nega a acusação, dizendo que enviou todas as informações o mais rápido possível para a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros países, incluindo os Estados Unidos.

Alemanha contra o movimento antituberculose

A Alemanha vem enfrentando protestos contra medidas restritivas para combater a epidemia há semanas. Entre os manifestantes está o movimento anti-vacinação, que já antecipa uma eventual campanha nacional de imunização.

Segundo a Deutsche Welle, existe um movimento de resistência civil com o slogan: “Pelos nossos direitos básicos, contra máscaras e vacinas obrigatórias, contra a organização do coronavírus e da Fundação Gates”.

fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/05/14/mesmo-antes-de-existir-vacina-para-covid-19-gera-disputas-entre-paises-e-empresas.ghtml

Os comentários estão encerrados.

%d blogueiros gostam disto: