Bolsonaro pode ter cometido um crime sob pressão pelas trocas de PF, diz jornal

Bolsonaro pode ter cometido um crime sob pressão pelas trocas de PF, diz jornal
O agente público comete um erro grave se a regra científica não for respeitada
21 de maio de 2020
Bolsonaro pode ter cometido um crime sob pressão pelas trocas de PF, diz jornal
Congresso e STF discutem reações ao vídeo da reunião ministerial
25 de maio de 2020

Bolsonaro pode ter cometido um crime sob pressão pelas trocas de PF, diz jornal

Bolsonaro pode ter cometido um crime sob pressão pelas trocas de PF, diz jornal

Bolsonaro pode ter cometido um crime sob pressão pelas trocas de PF, diz jornal

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) poderia ter cometido o crime de direito administrativo pressionando pela mudança de posições de liderança na Polícia Federal, segundo investigadores do PGR (Gabinete do Procurador Geral) ouvidos pelo jornal “O Globo ”

Segundo o relatório, o vídeo da reunião do presidente com os ministros realizada em 22 de abril e publicado nesta sexta-feira (22) por determinação do ministro Celso de Mello do STF (Supremo Tribunal Federal), demonstraria que Bolsonaro havia pressionado o ex-The Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, trocando o superintendente da FP no Rio por interesses pessoais.

Na reunião, Bolsonaro disse: “Eu tentei mudar as pessoas de nossa segurança no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. E isso acabou. Não vou esperar por toda a minha família de putas, ou meu amigo, porque não posso mudar alguém da segurança no final da linha que pertence à estrutura. Mude isso; se você não puder mudar, mude seu chefe; você não pode mudar o chefe, mude o ministro “.

Na opinião dos promotores, essa declaração seria prova de “engano”, ou seja, a vontade do presidente de cometer o crime de direito administrativo, que é “Patrocinar, direta ou indiretamente, interesses privados perante a administração pública, usando qualidade “, de acordo com o artigo 321 do Código Penal.

Mudanças de PF

Dois dias após a reunião, Bolsonaro demitiu o então diretor geral da PF, Maurício Valeixo. A renúncia foi o gatilho para a saída de Moro do Ministério da Justiça.

Em substituição a Valeixo, Bolsonaro nomeou o diretor geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Alexandre Ramagem, para comandar a PF, mas o ministro do STF, Alexandre de Moraes, impediu a nomeação, que entendeu que havia um interesse pessoal na indicação. .

O comando do FP foi então com Rolando Alexandre de Souza, que entre seus primeiros atos como diretor geral da instituição mudou o superintendente do FP no Rio de Janeiro.

Segundo os investigadores, o fato de a Superintendência de PF no Rio ser responsável por uma investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (republicanos-RJ) por encobrimento de ativos e empreendimentos imobiliários é considerada prova do interesse direto do presidente em controlar a região.

fonte: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/05/25/bolsonaro-procuradores.htm

Os comentários estão encerrados.

%d blogueiros gostam disto: