Ódio e outras palavras pesando na América Latina

O que é ódio? Quanto nós odiamos? Quem e por quê? De onde vem? Até que ponto estamos cientes de que o vestimos por dentro, que o usamos como uma segunda pele e que a língua ou os dedos podem puxá -la a critério, cuspir no ar ou por um teclado, a fim de que ele afete outro?

Ódio. Quatro letras, uma palavra curta que pesa. Um conceito doloroso. Um soluço. Uma expressão que, quando se diz, não tem de volta, não se retrai, não fala, existe e, desde que faça tudo.

Odeio como mantra, ódio como karma, ódio como pesquisa, ódio como uma ferramenta e uma solução. Haine é um idioma instruído? Uma sensação verbalizada em que inevitavelmente educamos? Uma condição natural?

Em vício em espanhol, queremos acreditar que não e nessa consciência, estamos pensando há meses, dentro de nossas equipes e com Aliadx e amigos o que faz, como é, onde é distribuído, como é reproduzido, Como nos naturalizamos e especialmente o que fazemos para fazer a palavra, como uma ferramenta central de nosso trabalho, pare de transformá -la e ampliá -la em fala.

Cada palavra conta, cada palavra pesa.

Então, esta edição, feita com várias mãos, com vozes, mentes e visões de toda a América Latina é apresentada como um compromisso de entendê -la, porque acreditamos que uma das maneiras de poder desmontá -lo, um pouco e em um Atualmente, o dia, ela entende e, nesse conhecimento, reduz a distância, que reconhecemos hoje como uma das grandes fontes que ela alimenta.

Esta edição tem um título, mas seu objetivo é entender o peso das palavras e discursos que a agência e ali, nesse entendimento, lidando com uma nova consciência, promovendo novas reuniões.

27 cartas

Muitas palavras

Uma edição que deseja confiar em um conceito: a reunião.

fonte: https://www.vice.com/es/article/epn93j/odio-y-otras-palabras-que-pesan-en-america-latina