O ministro assistirá ao vídeo da reunião ministerial na segunda-feira antes de decidir sobre a divulgação, diz STF

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15 de maio de 2020
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O Supremo Tribunal Federal (STF) informou nesta sexta-feira (15) que o ministro Celso de Mello verá na próxima segunda-feira (18) o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril.

A reunião foi mencionada pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro como prova de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal.

O STF abriu uma investigação, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), para investigar as alegações de Moro. Bolsonaro nega ter interferido na corporação.

O STF preparou um esquema especial para permitir que Celso de Mello assista ao vídeo de sua casa em São Paulo. Dois assistentes acessarão a cópia do vídeo, feita pela Polícia Federal, para que, a partir de um link, o ministro possa ver a gravação.

“O ministro Celso de Mello já tem uma visão geral do conteúdo da reunião, com base no relatório do juiz federal auxiliar Hugo Sinvaldo Silva da Gama Filho. O relator deve assistir ao vídeo na segunda-feira (18) e só então poderá preparar sua decisão sobre a retirada, total ou parcial, da confidencialidade que impõe temporariamente “, informou o STF.

Na última segunda-feira (11), Celso de Mello ordenou à PF que transcrevesse o material na íntegra e enviasse as informações ao STF. O ministro explicou no escritório que precisava acessar todas as informações para decidir sobre o segredo.

Bolsonaro admite que ‘PF’ falou na reunião e que ‘interferência’ direcionada à segurança da família

A reunião ministerial

A reunião ministerial citada por Moro ocorreu em 22 de abril. Participaram o presidente Bolsonaro, o deputado Hamilton Mourão, Moro e outros ministros. No total, 25 autoridades teriam participado.

De acordo com os diálogos da reunião, transcritos pelo Ministério Público, Bolsonaro reclamou da falta de informações da Polícia Federal e disse que “interferiria”. A declaração, no entanto, não esclarece como isso seria feito.

A defesa de Moro pediu ao STF que publicasse o material completo. Celso de Mello então pediu conselhos à AGU e à PGR.

As respostas foram:

Procuradoria Geral da República: Defende a divulgação apenas das declarações do presidente. Ele quer que o corte seja o extrato que trata das ações da Polícia Federal, “segurança”, Ministério da Justiça, Agência Brasileira de Inteligência e a suposta falta de informações de inteligência de órgãos públicos.

Defende a divulgação apenas dos discursos do presidente. Ele quer que o corte seja o extrato que trata das ações da Polícia Federal, “segurança”, Ministério da Justiça, Agência Brasileira de Inteligência e a suposta falta de informações de inteligência de órgãos públicos. Advocacia Geral da União: defende a divulgação dos discursos de Bolsonaro, mas não os dos outros participantes do encontro.

“Eu tenho o FP que não me fornece informações”, disse Bolsonaro em uma reunião ministerial.

Pesquisa

Moro fez uma declaração de mais de oito horas no último dia 2 na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba. Ele foi questionado sobre as alegações de que Bolsonaro tentou interferir no trabalho da Polícia Federal (PF) e em consultas relacionadas a familiares. As acusações foram feitas pelo ex-ministro quando ele anunciou sua saída do governo em 24 de abril.

O testemunho de Moro foi motivado por uma investigação aberta pelo ministro Celso de Mello, a pedido do Ministério Público (PGR), para determinar se Bolsonaro tentou interferir politicamente no PF.

fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/05/15/celso-de-mello-vai-assistir-video-com-gravacao-de-reuniao-citada-por-moro.ghtml

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