Motins por medo de novos coronavírus deixam o Peru morto na prisão

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Motins por medo de novos coronavírus deixam o Peru morto na prisão

A prisão Castro Castro, em Lima, hacinada este lunes (27). Local rebelde no meio da pandemia de coronavírus – Foto: Stringer / AFP

Um mecanismo de violação de uma prisão de Lima detém novos detidos e 67 herdeiros, incluindo guardas, policiais e reclusos, além de que o Instituto Nacional Penitenciário do Peru (INPE) em um comunicado.

Segue uma declaração oficial, os dispositivos temporários que contenham o novo coronavírus e os distúrbios comuns como o objetivo “ayudar à fuga de detenção”.

Os distúrbios provocados no local são os tumores de um dos internos por coronavírus. Os prisioneiros quemaron colchões e cartões hicieron libertam, por temor a contra la enfermedad. A prisão de Castro Castro, onde fica o renascimento, alberga 5.500 detenidos, sem uma capacidade de 1.140.

Familiares de presos da prisão de Castro Castro em Lima, Peru, solicitam a liberação de presos por temor para contatar o novo coronavírus em protesto contra esta data (28) – Foto: Jesus Olarte / AFPTV / AFP

As autoridades informam o dia anterior que a situação na penitência habitual foi controlada e o período de três meses, como resultado dos seguranças da polícia e dos guardas para contornar a recuperação.

Además, mudees, decenas heráldicas: 60 guardas da prisão, cinco polícias e reclusos, informando o INPE.

A polícia informada por Castro Castro “todos os cadáveres tomados para uma necropsia com um diagnóstico de impacto de bala”.

Os detidos na prisão de Castro Castro, em Lima (Peru), levantam cartéis para pedir libertar as mulheres (28) – Foto: Jesus Olarte / AFPTV / AFP

Familiares angustiados se reúnem combustível de prisão em busca de informações sobre detenidos.

“Há muitos prisioneiros que murieron adentro, está hereditário e moribundo que nadie los cuide. Não há água no local e não há nada hacer nada”, disse a AFP Jazmín Delgado, parente de um prisioneiro.

Tensão no cartão

Pancartas erigidas na prisão de Lurigancho no Peru (28) – Foto: Jesus Olarte / AFPTV / AFP

Os reclusos da prisão de Lurigancho, a mais populosa do país, no norte de Lima, protestam contra as medidas de proteção contra o Covid-19.

“Despachos das horas de protesto, prisioneiros firmaron um minuto com o diretor de prisão para assistência médica e assistência médica a mulheres”, diego un portavoz do INPE à AFP.

Reclusos em Lurigancho, Peru, libertados em protesto contra os outros (28) – Foto: Jesus Olarte / AFPTV / AFP

Los detenidos sostenían pancartas pidiendo ayuda. “Nos estamos muriendo. Não nos dejen morir infectados, necesitamos medicamentos”, di uno.

“A condenação a uma sentença (prisão), não é permitida. Por favor, pedimos a pena para ellos”, segundo Vilma, um parente de recluso, afluente da prisão de Lurigancho.

Com uma capacidade de 2.500 reclusos, o Lurigancho tem mais de 10.000 reclusos.

Sistema penitenciário em crise

Proteste Este Marte (28), na prisão de Castro Castro, no Peru, após a morte de Covid-19 – Foto: Jesus Olarte / AFPTV / AFP

O jefe do INPE, Gerson Villar, confirma quem detém os assassinatos de Covid-19 no domingo e no dia em que as filas dos reclusos teníanos são ver com os indícios de tais casos por gobierno debitado à pandemia e falta de medicamentos.

Na semana passada, o governo peruano anulou um total de 3.000 prisioneiros em uma situação vulnerável debitada pelo novo coronavírus.

“Os problemas no sistema de saúde de saúde pública não são agora, mas foram exacerbados pela nova pandemia de coronavírus”, também conhecido como Villar.

Outros motores, também reprimidos pelas autoridades, ocultam as músicas da prisão de Andina de Huancayo, a 200 km da costa leste de Lima, além do mudo dos prisioneiros por coronavírus.

Em 18 de abril, em uma prisão na cidade norte-americana de Chiclay, um dos assassinatos reclusos em outro motivo por miar o coronavírus.

A pandemia tem mais de 15 prisioneiros alterados e mais de 600 infectados nas células peruanas.

Hay 97.500 reclusos em 68 unidades, com uma cobertura de 50.000 reclusos por encima da capacidade dos cartões, segundo o INPE. Além disso, 169 oficiais da decisão positiva para o vírus e para o murieron.

fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/04/28/motim-por-medo-do-novo-coronavirus-deixa-mortos-em-presidio-no-peru.ghtml

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