Mais de 1.500 empresas fechadas em SP devido a fraude pandêmica

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Mais de 1.500 empresas não conseguiram operar em São Paulo por suspeita de fraude e irregularidades para lidar com a pandemia de covid-19.

A maioria deles evita impostos ou comercializa, sem autorização, produtos que se tornaram essenciais para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, como respiradores, testes, gel de álcool e máscaras de proteção facial.

Segundo as autoridades fiscais de São Paulo, boa parte dessas empresas foi aberta após o início da epidemia de doenças no país.

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“A maioria deles já foi aberta com a intenção de fraudar as autoridades fiscais. Eles já se abriram para o comércio de mercadorias que não existem, para encobrir talvez mercadorias roubadas. Essas empresas acabam emitindo faturas para diversos fins ”, explica o chefe de Assistência Fiscal para Monitoramento e Inteligência do Ministério das Finanças do Estado de São Paulo, Márcio Rodrigues da Costa Araújo.

Nesses casos, as empresas são suspensas do registro estadual e temporariamente impedidas de operar. Depois que os gerentes são responsáveis ​​e os inspetores analisam o caso, a proibição pode ser levantada ou mantida indefinidamente.

Há casos de empresas, de outros setores além da saúde (hospitalar e farmacêutica), que começaram a anunciar a fabricação de suprimentos na disputa por artigos utilizados para combater e minimizar a disseminação da covid-19.

“Havia uma empresa que anunciava a venda de álcool gel que não tinha suprimentos para produzir álcool gel, por exemplo. Não faz sentido para uma empresa produzir o que não comprou ”, explica Araújo.

De pequenas e médias empresas a microempreendedores individuais, os MEIs entraram na mira da Fazenda. Existem também empresas que movimentam grandes somas, chegando a um milhão, por meio de negociações fraudulentas.

Nesses casos, a área de Monitoramento e Inteligência da Subcoordenação de Supervisão do Ministério das Finanças e Planejamento identificou, por exemplo, sinais de simulação em estruturas corporativas, ausência de registro ou mesmo inventário de equipamentos.

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São Paulo é a porta de entrada para a importação de respiradores e empresas concentradas responsáveis ​​pelo fornecimento em larga escala de suprimentos médicos e hospitalares em todo o país.

De acordo com investigações das autoridades fiscais, muitas delas, no entanto, não possuem o equipamento ou a capacidade de importá-las e, após receberem os valores firmados no contrato, não entregam produtos essenciais para o tratamento de pacientes graves. pacientes e a proteção dos profissionais. da primeira linha.

Medicação

No final de maio, foi criado, em 36 municípios de São Paulo, um grupo de trabalho composto por agentes de 17 Centros Regionais de Tributação (DRT), para fiscalizar o setor de medicamentos.

A avaliação preliminar aponta para transações interestaduais de drogas sem o adiantamento do ICMS, devido à substituição de impostos para o estado de São Paulo, conforme determina a lei.

De maneira complementar ao combate à sonegação, as autoridades fiscais de São Paulo também adotaram medidas para facilitar a importação de medicamentos.

Embora as negociações fraudulentas sejam suspensas, os pedidos de liberação de medicamentos e produtos hospitalares são analisados ​​como prioritários.

fonte: https://www.infomoney.com.br/negocios/mais-de-1-500-empresas-foram-fechadas-em-sp-por-fraudes-na-pandemia/

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