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A Universidade Federal de São Paulo participará de testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvido em Oxford, Reino Unido, que deverá ser licenciado em 2020

O Brasil pode ter prioridade para acessar o candidato para ser a primeira vacina oficial do Covid-19 no mundo. É nisso que a coordenadora do Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dra. Lily Yin Weckx, acredita.

“É possível que, até o final deste ano, tenhamos a licença de vacina para seu uso. Como o Brasil participa de todo esse processo de teste, podemos ter o privilégio de ter a vacina conosco”, afirmou o cientista em um comunicado. entrevista. com o canal GloboNews.

Nesta quarta-feira (3), a Unifesp confirmou que o Brasil foi um dos países escolhidos para avaliar a eficácia da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford contra o Covid-19.

Voluntários na linha de frente

No total, 2.000 voluntários participarão dos testes em São Paulo e Rio de Janeiro. A aprovação do procedimento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi publicada ontem à noite no Diário Oficial.

Para a etapa de testes em São Paulo, a Unifesp recrutará 1.000 voluntários que estão na linha de frente da luta contra o Covid-19, pois estão mais expostos à contaminação. Eles devem ser soronegativos, ou seja, pessoas que não contraíram a doença anteriormente.

“O mais importante é realizar essa etapa do estudo agora, quando a curva epidemiológica continua a subir e os resultados podem ser mais assertivos”, explica Weckx.

Vacina na última etapa do teste

Segundo o cientista brasileiro, a vacina Oxford, desenvolvida na Inglaterra, mostrou-se bastante promissora e está na chamada Fase 3, que é a última etapa antes da obtenção da licença.

“Neste estudo, pretendemos acompanhar cada voluntário que participa por 12 meses, mas no caso de uma pandemia, assim que obtivermos resultados favoráveis, é possível iniciar o processo de licenciamento da vacina”, conclui Weckx.

Existem outros países cuja participação está sob revisão e aprovação. Os resultados desses testes serão fundamentais para o registro da vacina no Reino Unido, agendado para o final deste ano.

fonte: https://www.otempo.com.br/coronavirus/covid-19-vacina-que-sera-testada-no-brasil-pode-ficar-pronta-ainda-neste-ano-1.2345449

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