Coronavírus: Brasil atinge 14.817 mortes por covid-19 e ultrapassa 218 mil casos

Coronavírus: Brasil atinge 14.817 mortes por covid-19 e ultrapassa 218 mil casos
Veja e leia a declaração completa de Teich sobre a saída do Ministério da Saúde
15 de maio de 2020
Coronavírus: Brasil atinge 14.817 mortes por covid-19 e ultrapassa 218 mil casos
Sergio Moro fala após a demissão de Nelson Teich
15 de maio de 2020

Coronavírus: Brasil atinge 14.817 mortes por covid-19 e ultrapassa 218 mil casos

Coronavírus: Brasil atinge 14.817 mortes por covid-19 e ultrapassa 218 mil casos

Coronavírus: Brasil atinge 14.817 mortes por covid-19 e ultrapassa 218 mil casos

No dia da saída de Nelson Teich do Ministério da Saúde, o Brasil registrou 15.305 casos confirmados adicionais de covid-19, atingindo um total de 218.223. É o maior número de novos diagnósticos em um único dia, quebrando o recorde de 13.944 casos registrados ontem.

O número atualizado de mortes, por sua vez, é de 14.817, com 824 mortes confirmadas nas últimas 24 horas. A taxa de mortalidade de casos é de 6,8%. Outras 2.300 mortes ainda estão sob investigação.

O estado mais afetado pela pandemia, São Paulo, registrou hoje mais de 3.000 novos casos (15) e, portanto, atingiu 58.378 diagnósticos de covid-19.

Depois vem o Ceará (1.921 novos casos, 22.490 no total). Destaca-se também o Amapá, que viu seu número de casos crescer 25% em apenas três dias e agora possui 3.630 casos oficiais.

Na lista dos estados com maior número de mortes, o Rio Grande do Sul (126) passou para o vizinho Paraná (120); Rondônia (62) passa na frente do Acre (57); e Mato Grosso (26) vence o Tocantins (24).

O estado com o maior número de mortes nas últimas 24 horas foi o Rio de Janeiro (191), que agora possui 2.438 vítimas cobertas por 19. O estado com mais mortes ainda é São Paulo (4.501).

Renúncia de Teich

De manhã, Nelson Teich foi exonerado do Ministério da Saúde, menos de um mês depois de ter substituído Luiz Henrique Mandetta. Sua partida já havia sido considerada há alguns dias.

“A vida é feita de eleições e hoje eu decidi sair. Fiz o melhor que pude neste período. Não é simples estar encarregado de um ministério como esse em um momento difícil”, disse o oncologista em sua conferência de imprensa de despedida. .

Como Mandetta, Teich defendeu publicamente posições contrárias às do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Além de dizer que a distância social deve ser uma medida para combater o novo coronavírus, o ex-ministro também pediu cautela no uso da hidroxicloroquina no tratamento da doença.

Uma ressalva importante: a cloroquina é uma droga com efeitos colaterais. Portanto, qualquer prescrição deve ser feita com base em uma avaliação médica. O paciente deve entender os riscos e assinar o “Termo de Consentimento” antes de começar a usar a cloroquina. – Nelson Teich (@TeichNelson) 12 de maio de 2020

Bolsonaro é um dos principais defensores da droga, embora não haja evidências científicas de que ela realmente funcione contra a covid-19.

As confirmações não refletem as últimas 24 horas.

O número de diagnósticos e mortes confirmados nas últimas 24 horas não ocorreu necessariamente no último dia. Segundo o Ministério da Saúde, a fila de exames faz com que as mortes sejam registradas até dois meses após a ocorrência.

O UOL já identificou atrasos de até 51 dias para que as mortes se tornem oficiais. Devido a essa atualização retroativa, no início da pandemia, o número real de mortes que ocorreram até uma determinada data era o dobro do Ministério da Saúde.

fonte: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/05/15/coronavirus-casos-mortes-brasil-15-maio.htm

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