Cinco propostas para retomar a economia após o coronavírus

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Cinco propostas para retomar a economia após o coronavírus

Cinco propostas para retomar a economia após o coronavírus

Derechos do autor da imagem Roberto Parizotti / FotosPublicas Leyenda da imagem Avenida Paulista, em um dos principais centros econômicos de São Paulo, durante a madrugada; economistas discutidos como recuperar a economia que cuida do pico da pandemia

O registro de desempacotamento, uma redefinição na capacidade produtiva da economia debitada pelo centro de empresas e o desempenho das cuecas públicas domésticas, compõe a imagem da economia brasileira despachada da crise do coronavírus. A intensidade deste impacto do cenário econômico depende da efetividade das medidas de emergência que haya adotou o governante.

No caso de estas declarações, parece ter um consenso entre os economistas brasileiros de diferentes setores. Pero, como podemos hackear a atividade econômica após a fase mais aguda da crise, se você pode restabelecer a circulação de pessoas nas citações? Ahí surgen divergencias.

“No final da crise, as empresas que mais vendem mais, que vendem mais, que mercado se recuperam mais”, diz Nelson Barbosa, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP -FGV). “É um erro, porque há famílias e empresas menores de ingresso, mais judiciais e maiores incertezas. Por isso, é muito difícil para o setor privado recuperar por si só”, dados Barbosa, qui fue Ministro de Finanças (2016) e Planificação (2015) durante o governo de Dilma Rousseff (PT).

“Existe uma clara necessidade de gastar temporariamente em serviços de saúde, sociais e de negócios. Está claro que não há espaço para outras aventuras, outros gastos, e que Brasil não tem nenhum registro recuperado em serviços fiscais, que perdem todos os seus débitos a 2014, 2015 “, considera Armínio Fraga, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

BBC News Brasil seleciona cinco economistas brasileiros, entre hombres e mulheres, liberais e heterodoxos, em busca de propostas para recuperar a atividade econômica do país que não afeta a crise do coronavírus. Consulte a continuação das sugestões de Solange Srour, Samuel Pessôa, Armínio Fraga, Nelson Barbosa e Laura Carvalho.

Reanalisar a agenda de reformas

Solange Srour, economista da ARX Investimentos

Voltar à agenda de reformas antes da crise do coronavírus é a solução para o país que inclui um critério estável, inclusive em uma situação econômica, com maior desempenho, resposta econômica e perda de poder aditivo da poblação, dado Solange Srour, de ARX Investimentos.

Derechos do autor da imagem Marcelo Casal Jr / Agência Brasil Título da imagem Comércio cerrado em Brasília; O economista Solange Srour cancelou o retorno à agenda de reformas anteriores à crise, sem expansão fiscal

“Esta é a única forma de converter uma resposta: insistir na consolidação fiscal e na agenda de produtividade”, dados Srour, citando como medidas prioritárias como a Proposta de Propriedade para a Constituição de Emergência (PEC), que permite, entre otras acciones, congelar los salarios. serviço civil e reformas administrativas e fiscais. “Não podemos encontrar erros de erro cometidos na pós-crise de 2008, continuando a expandir o sistema fiscal, interligando a economia”.

Segure o analista, garanta que o aumento do gasto público após a crise marítima temporal seja essencial para recuperar a confiança empresarial no momento da reavaliação da atividade. “Para realmente crecer, se necessário, inversiones y para eso, se necessário confianza”, diz Srour.

Para tanto, refira a idéia de recuperar o gasto público na pós-crise profunda, que é mais a resposta esperada. “É a falta de confiança que pode evitar a re-análise”.

Troca possível no limite de gasto

Samuel Pessôa, pesquisador do Instituto Brasileño de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV)

Samuel Pessôa, do Ibre-FGV, também está apostando na reorientação da agenda de reformas para o país em que você vive, apesar do momento da emergência de saúde pública do coronavírus. Pero é cree que si congresso aprova o PEC de emergência, reduzindo o imposto obrigatório social, é possível pensar em um cambio na regra do limite de gasto para dejar espaço na inversão pública, oferecendo um desconto adicional para a atividade econômica despachada del aislamiento.

“O gasto obrigatório no crédito não é mais do que o PIB, não tem sentido e é urgente”, diz Pessôa. “Atacando, podemos pensar no projeto de Fabio Giambiagi para mover o gasto de recursos para liberar recursos de inversão”, dados.

No final de 2019, Fabio Giambiagi e Guilherme Tinoco, economistas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apresentam uma proposta para melhorar o tecto atual, incluindo um tratamento diferente para o investimento de inversão. A inversão pública, comanda as três esferas de empresas estatais e estatais, alcança 2,26% do PIB em 2019, com base na taxa de 4,06% de 2013, o último ano antes da crise anterior, após uma avaliação realizada pelo economista Manoel Pires, do Observatório de Política Fiscal da FGV.

Direitos do autor da imagem Vitor Santos / Sempre Leyenda da imagem Armínio Fraga desafia as intervenções estratégicas nos setores afetados, como restaurantes, serviços pessoais, hotéis e aeroportos; arriba, popular restaurante que comidas em Salvador

Intervenções pontuais em setores estratégicos.

Armínio Fraga, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central

Armínio Fraga, um dos expoentes da pensão liberal brasileira, cree que, no final da crise do coronavírus, é uma das intervenções necessárias para governar estratégias estratégicas em álgebras e outros afetados pelos paralelos da atividade. Antes, mais recentemente, dedique-se ao debate sobre a lucha contra a desigualdade, incluindo também sobre um modelo mais integral de proteção social, que inclua informações sobre os trabalhadores, que estejam na agenda.

“Algunos setores e muy claros: restaurantes, serviços pessoais, hotéis, aeroportos e outros”, enumeração Arminio. “É muito diferente da política de ‘campeões nacionais'”, refere-se a uma política de acesso a um cabo pelo BNDES durante os governos de PT sobre pré-subsidiados e a compra de participações de capital em grandes empresas brasileiras. “A sociedade devolveu vários setores, que foram destruídos por vírus, merecen algoyoyoy, e está com sentido desde um ponto de vista social e econômico”.

Com a aprovação da Ayuda de Emergência de R $ 600 para trabalhadores informados que ingressam em ações debitadas em medidas de associação social, os economistas de algunos têm defendido que a política básica de ingresso é permanente. Dados dominer que têm dúvidas sobre um benefício universal, debitado no alto custo, agradecem a discussão sobre a expansão do sistema público de proteção social.

“É um tema muito importante, essencial para garantir a informação. Os registros – como hacerlo, que é derivado de cada pessoa, qual é a contribuição ou não – avaliação deben. Pero é seguro de quem é um tema que está selecionado na agenda . Si aún no lo es “, dados.

Frentes de trabalho e re-avaliação da inversão pública.

Nelson Barbosa, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ex-ministro de Finanças e Planejamento

Uma frente do trabalho de auditoria pública e a análise dos trabalhos detidos entre as propostas do economista Nelson Barbosa para a recuperação da atividade final do projeto social motivado pela nova vítima social. Para Barbosa, um programa de “seguro de entrada”, como o seguro de desempate real, dirigido a todos os trabalhadores, incluindo os trabalhadores de informações, é uma opção para ampliar a proteção social no novo ambiente.

Derechos de imagem Pedro Ventura / Agência Brasilia Título de imagem Para Nelson Barbosa, um programa de “seguro de entrada” é uma opção para ampliar a proteção social na nova demanda.

“O necesario que o governo adota um plano de reconstrução. Medidas temporárias, sim, provavelmente que duram mais de um ano”, dados. “Por exemplo, vários países estão considerando adotar uma emergência laboral de emergência para monitorar e combater um disfarce de 19 despovoados da fase de pares”, dados.

Barbosa cree que é possível criar espaço nas cuecas públicas para a re-avaliação da inversão em obras detidas. “Esta crise mostrou que, se existe um dinheiro, se gera o espaço fiscal”, dados. “O governo emitiu uma taxa de juros e, mantendo o momento do pagamento, aguardando a economia e recuperando-o, com um PIB e uma recuperação mais alta, com um valor de paginação parcial desta obrigação”, dados, citando também a taxa de câmbio esperada nas tarefas de interseção, a queberber reduz o custo da venda.

Medidas redistributivas e entradas básicas permanentes.

Laura Carvalho, professora da Faculdade de Economia, Administração e Responsabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP)

Para Laura Carvalho, a recuperação da economia despachada do final do mandato devida a um “novo plano Marshall” – referência ao plano de recuperação dos países europeus despachados da Segunda Guerra Mundial. O economista, que criou um programa econômico para a campanha de Guilherme Boulos (PSOL) na presidência em 2018, avalia a inversão pública de debêntures utilizada no segundo momento para combater a crise, como uma forma de satisfazer as necessidades históricas, como la salud y el medio ambiente. saneamiento.

“É necessária uma revisão do tecto do gasto e uma troca na orientação da política econômica, que tem sempre a orientação do estado mínimo”, diz Laura. Além disso, a solicitação de economistas econômicos na reavaliação da agenda anterior de retorno do gasto pode resultar em recuperação da recuperação, apresentando uma nova reavaliação em “L”, mantendo o nível do produto sem alteração no nível anterior da crise.

Segure o economista, essas inversões financeiras financiadas usando um aumento dos ingressos. “Definir tarefas impositivas mais altas para mais ricas, que diminuem muito menos o impacto desta crise, com a finança da divisão de dividendos e ações para os setores que são afetados”, explica, também citando a imposição de grandes fortunas e aumentos de impuestos. entradas para mais ricos.

Carvalho também defende que o ingresso básico de emergência é permanente. “Tenemos uma informalidade registrada no Brasil e esta crise afetará a empresa. Assim que pensamos na possibilidade de um vermelho de proteção social maior, universal e permanente”.

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fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52274059

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