Bolsonaro entrega outro trabalho a Centrão; desta vez um fundo multimilionário

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(foto: Flickrs)

Ministro da Educação

O presidente Jair (sem partido) deu um passo adiante para consolidar sua base de governo no Centrão, nome dado aos partidos anões e com conduta para defender os interesses de pequenos grupos. Outro para os aliados desse grupo de partidos fisiológicos Bolsonaro entregou a Diretoria de Ações Educacionais do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE) ao PL, sigla para o ex-deputado Valdemar da Costa Neto, condenado no subsídio mensal. Ele foi nomeado para o cargo no FNDE. Ele é um ex-conselheiro da parte na Câmara. Vinculado ao Ministério da Educação (MEC), o FNDE é um dos espaços mais cobiçados pelos políticos, com orçamento de R $ 29,4 bilhões este ano. Foi por meio da agência que o portfólio contratou uma empresa para fornecer kits escolares aos alunos que, segundo o Ministério Público, estão envolvidos em um plano que desviou R $ 134,2 milhões em verbas públicas para saúde e educação na Paraíba. No passado, a agência era alvo de uma disputa entre o presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Um indicado pelo deputado, Rodrigo Sérgio Dias, foi exonerado da presidência do fundo em dezembro. Sob pressão dos aliados e depois de sofrer sucessivas derrotas políticas, Bolsonaro distribuiu posições nas últimas semanas aos partidos Centrão, em troca de votos no Congresso, revivendo a antiga prática de “pegue, dê”. No casamento de jornal passado, progressistas e republicanos já estavam no horizonte. O primeiro título, presidido pelo senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI), objetivo da Lava Jato, conseguiu obter um nome no comando do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), autarquia com orçamento de R $ 1 bilhão este ano. Os republicanos, encarregados do deputado Marcos Pereira (SP), também branco de Lava Jato, ficaram com o secretário de Mobilidade Urbana do Ministério do Desenvolvimento Regional. De acordo com os líderes do Centrão, estão previstas mais indicações de nomes indicados pelo partido. Os próximos dias. Pelo menos nove agências, departamentos e empresas públicas aparecem nas conversas dos membros do grupo, que ainda tem Solidariedade, PSD e PTB. Segundo o Estadão, se as indicações forem efetivas, Bolsonaro pode deixar sob essas siglas um orçamento total de até R $ 78,1 bilhões.

fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/05/18/interna_politica,1148303/bolsonaro-entrega-mais-um-cargo-ao-centrao-dessa-vez-um-fundo-biliona.shtml

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