Além de reduzir o valor da ajuda, o governo está considerando reduzir o grupo que receberá novas parcelas.

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Fila em uma filial da Caixa Econômica Federal em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, nesta quarta-feira Foto: Gabriel de Paiva

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, está avaliando a redução do valor da ajuda de emergência para R $ 200, após o pagamento de um terço do benefício. A possibilidade é uma das maneiras de encerrar o programa gradualmente, como Guedes argumenta.

Também está sendo analisada a possibilidade de definir um público mais específico para receber as próximas parcelas do auxílio. Com essa abordagem, seria possível reduzir o valor total do programa.

O montante de R $ 200 foi mencionado por Guedes durante reunião com empresários na última terça-feira. Como o EXTRA revelou, o ministro disse, na mesma reunião, que é necessário “suavizar a queda” nos pagamentos da ajuda, mas negou estender o programa indefinidamente, devido à falta de espaço fiscal.

A redução progressiva do valor seria uma das maneiras em estudo para estruturar o fim gradual da ajuda de emergência.

Na versão original do projeto, a equipe econômica previu que o auxílio emergencial, criado para reduzir os efeitos da crise do coronavírus, seria de R $ 200.

Pensa-se que o montante seja semelhante à média de empréstimos para famílias do Bolsa Família, que é de R $ 190. No Congresso, o benefício acabou aumentando para R $ 500. Posteriormente, o presidente Jair Bolsonaro fechou um acordo para aumentar a ajuda para R $ 600.

Se o auxílio fosse de R $ 200, seria possível pagar por mais meses, disse Guedes na reunião, segundo um interlocutor. Segundo essa fonte, Guedes lembrou que, quando propôs o pagamento de R $ 200, a estimativa beneficiaria 30 milhões de pessoas. No entanto, além do aumento no valor de R $ 600, o universo de beneficiários aumentou para cerca de 60 milhões de pessoas. A expectativa da equipe econômica até agora é que o custo da ajuda chegue a R $ 124 bilhões.

Em outra frente, os técnicos também estudam revisar, após a pandemia, os programas de transferência de renda, permitindo a expansão do Bolsa Família.

Para isso, os técnicos da equipe econômica estudam para propor a revisão dos benefícios considerados ineficientes, como alocação salarial e seguro fechado (pago aos pescadores no período em que a pesca é proibida), como forma de compensação.

Nesta quarta-feira, começaram a se formar filas nas agências da Caixa Econômica Federal, no Rio, quando começou a ser paga a segunda parcela da ajuda de emergência para trabalhadores informais, autônomos, microempresários individuais e registrados no Cadastro Único. O presidente do banco, Pedro Guimarães, afirmou, no entanto, que as filas diminuíram na maioria das unidades.

– Na maioria das agências, conseguimos limpar filas muito rapidamente. Portanto, não há necessidade de acordar cedo – disse Guimarães.

fonte: https://extra.globo.com/noticias/economia/alem-de-diminuir-valor-do-auxilio-governo-estuda-reduzir-grupo-que-ira-receber-novas-parcelas-rv1-1-24437836.html

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