A vacina Oxford Covid-19 começa a ser testada em profissionais de saúde em SP

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Imagens de vídeo mostram um voluntário recebendo uma injeção durante um teste experimental da vacina Covid-19 realizado pela Universidade de Oxford em 25 de abril – Foto: Universidade de Oxford via AP

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Lemann confirmaram nesta segunda-feira (22) que começaram a testar a vacina ChAdOx1 nCoV-19 em São Paulo, administrada globalmente pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

A vacina é um dos 141 candidatos registrados na Organização Mundial da Saúde (OMS) e está entre os 13 já submetidos a testes clínicos em humanos em todo o mundo.

Os testes de vacina em São Paulo começaram na sexta-feira (19) e continuaram na segunda-feira (22), segundo o Centro de Referência Unifesp de Imunobiológicos (CRIE), que coordena a aplicação da vacina em São Paulo.

Informações da Universidade de Oxford indicam que pelo menos 5.000 profissionais de saúde participarão dos testes no Rio de Janeiro e São Paulo.

A Unifesp afirma que, em São Paulo, o Hospital São Paulo é responsável por analisar o perfil dos profissionais de saúde que podem receber a prova da vacina.

Em uma nota, a Fundação Lemann, que é uma das financiadoras do projeto no Brasil, comemorou o início dos testes no país e disse que ainda há um longo caminho a percorrer antes que resultados positivos sejam conhecidos.

“Há um caminho importante que os especialistas devem seguir agora antes que possamos celebrar os bons resultados. O que virá a seguir, ainda não sabemos. Enquanto isso, o foco da Fundação Lemann é seguir a liderança. Existem muitas pessoas e organizações trabalhando colaborativamente para o sucesso e, juntamente com elas, esperamos dar nossa contribuição para superar a pandemia, com foco e atenção no Brasil e em seu povo, nosso maior compromisso “, afirmou a nota da fundação. veja o texto completo abaixo)

Os testes da vacina Oxford em São Paulo estão sendo coordenados pelo Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais (CRIE), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com a coordenação dos infectologistas Dra. Lily Yin Weckx e Dra. Sue Ann Costa Clemens, chefe da junta que colocou o Brasil como o primeiro país da América Latina a integrar a fase de testes de vacinas, além do Reino Unido.

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Vacina de Oxford – Fase 3

A vacina da Universidade de Oxford, no Reino Unido, em associação com a empresa AstraZeneca, que utiliza princípios semelhantes de estudos de vacinas contra o Ebola e Mers (síndrome respiratória no Oriente Médio causada por outro tipo de coronavírus) é uma das mais avançadas. vacinas. avançado no mundo.

No total, serão exibidas 50.000 pessoas em todo o mundo, 30.000 nos Estados Unidos e outras em países da África e Ásia. No Brasil, pelo menos 5.000 voluntários entre 18 e 55 anos serão vacinados. A idéia é anunciar os resultados em setembro e, se tudo correr bem, entregar as vacinas já em outubro.

Em São Paulo, o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) está realizando testes em 1.000 voluntários e confia na viabilidade financeira da Fundação Lemann em toda a infraestrutura e equipamentos médicos.

No Rio de Janeiro, a Rede D’Or São Luiz testará 1.000 voluntários, com R $ 5 milhões financiados pela própria Rede e sob a coordenação do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor).

As pessoas são recrutadas na linha de frente da luta contra o Covid-19, em uma situação de maior exposição à contaminação. Eles devem ser soronegativos, ou seja, não contraíram a doença anteriormente.

A vacina utiliza uma tecnologia conhecida como vetor viral recombinante. É produzido a partir de uma versão enfraquecida de um adenovírus que causa resfriado nos chimpanzés e não causa doenças em humanos. O material genético utilizado na produção da proteína “spike” Sars-Cov-2 (usada para invadir as células) foi adicionado a este imunizador, induzindo anticorpos.

É considerada uma vacina moderna e “segura” porque não utiliza o vírus, mas uma sequência genética.

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Barreiras

Apesar de participar da fase de testes em seres humanos, o Brasil corre o risco de ser excluído das primeiras vagas de compra da vacina Oxford, se o governo brasileiro não assinar um acordo com a universidade para fazer uma compra prioritária do produto, se tiver positivo resulta no controle do Covid-19.

O acordo está sendo analisado no Ministério da Saúde e no Ministério da Economia, mas a Universidade de Oxford e a empresa farmacêutica Astrazeneca, responsável pela pesquisa de vacinas no Reino Unido, não receberam nenhum sinal de agradecimento no curto prazo. prazo.

Segundo fontes envolvidas em testes em solo brasileiro, o atraso na assinatura do acordo poderia colocar o Brasil no final da linha de prioridade para receber os primeiros lotes de produção em massa da vacina.

O G1 procurou o Ministério da Saúde para entender os obstáculos que impediram a assinatura do acordo até o momento, mas ainda não recebeu comentários da agência.

Texto completo da nota da Fundação Lemann:

fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2020/06/22/vacina-de-oxford-contra-covid-19-comeca-a-ser-testada-em-profissionais-de-saude-de-sp.ghtml

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