A PGR informará o Supremo Tribunal Federal que concorda com a extensão da investigação sobre Bolsonaro

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A Procuradoria Geral da República (PGR) enviará uma opinião ao Supremo Tribunal Federal (STF) para informar que é a favor da extensão da investigação que investiga se o Presidente Jair Bolsonaro interferiu na Polícia Federal.

Na semana passada, a PF solicitou a extensão da investigação, e o ministro Celso de Mello, relator do caso no STF, solicitou ao PGR que se pronunciasse sobre o assunto.

A solicitação de extensão foi feita pela delegada Christiane Correa Machado, que lidera o caso na PF. Entre outras etapas pendentes, a PF argumenta que o testemunho de Bolsonaro “se mostra necessário”.

Com a manifestação da PGR, caberá ao ministro Celso de Mello decidir se deve ou não prolongar as investigações.

Na sua opinião, o procurador-geral da República, Augusto Aras, não lida diretamente com o depoimento de Bolsonaro, mas concorda com as medidas já determinadas pela PF.

PF solicita extensão da investigação que investiga a suposta interferência política de Bolsonaro

Investigação

A investigação sobre se Bolsonaro tentou interferir com a Polícia Federal foi aberta há pouco mais de um mês, em 27 de abril, por decisão do ministro Celso de Mello.

Celso Mello respondeu a um pedido da PGR, que solicitou investigações sobre as alegações de Moro.

O primeiro a ser ouvido na investigação foi o próprio Moro, em 2 de maio. Em seu depoimento, o ex-ministro citou a reunião ministerial em 22 de abril no Palácio do Planalto como evidência da interferência do presidente. O conteúdo da reunião foi divulgado em 22 de maio.

A pedido da Procuradoria Geral da República, três ministros, um vice-oficial e a polícia federal também foram ouvidos.

O ato de Bolsonaro questiona sua versão do que ele disse na reunião ministerial

Vídeo

No vídeo da reunião, publicado por decisão do ministro Celso de Mello, o presidente Jair Bolsonaro disse que tentou “mudar o pessoal da segurança” no Rio de Janeiro.

“Tentei mudar oficialmente o pessoal da segurança no Rio de Janeiro e não tive sucesso! E é isso. Não vou esperar para foder toda a minha família, minha cadela ou meus amigos, porque no final não posso mudar alguém da linha de segurança que pertence à nossa estrutura. Mude-o! Se você não pode mudá-lo, mude seu chefe! Não pode mudar seu chefe? Mude o ministro! E é isso! Não estamos aqui para brincar “.

Segundo Moro, Bolsonaro estava se referindo à Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro. O presidente, por sua vez, disse que se referia à sua segurança pessoal, que é de responsabilidade do Escritório de Segurança Institucional.

fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/06/01/pgr-informara-ao-supremo-que-concorda-com-prorrogacao-de-inquerito-sobre-bolsonaro.ghtml

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